Quinta-feira, Setembro 15, 2005

clarice

"Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."
...
Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber.
...
Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor.
Que tem que ser vivido até a última gota.
Sem nenhum medo. Não mata.
...
Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós."

3 Comments:

Anonymous Anônimo said...

amor.. bla bla...
a flor.. bla bla bla
nasce no coração dos tolos fracos

8:47 AM  
Anonymous tati said...

diva, divina, clarice...

11:49 PM  
Anonymous JV said...

putaqpariu, c viaja d+ seu fritoo...sou fã dessas lokura sua...

12:16 AM  

Postar um comentário

<< Home